sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Para o meu Filho, Pedro

No dia do seu aniversário, um poema, desta feita inédito.

ao meu Filho, Pedro


                              "e que rumem rumo ao sonho
                              porque antes vivê-lo um segundo
                              que chorá-lo toda a vida"

                                                  Xavier Zarco


não deixes nem queiras que te
ponham
ou que a ti mesmo imponhas
amarras

sê barco e comandante
bússola astrolábio mapa régua
mão que traça o rumo
sê o que o sonho em ti se revela

porque um sonho não se adia
não se pode adiar

cumpre-se ou fenece
como uma folha de calendário
que nos diz do tempo
do tempo que passou e já não volta



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